Cumprimentos em tempos do cólera… Coronavírus

 

E agora?! Sem nos cumprimentarmos, abraçarmos; para nós brasileiros é algo estranho ao nosso eu.

Pois bem, em tempos de cólera, digo, Covid-19, melhor nos atentar aos cuidados de higiene para manter nossa saúde. Temos recebido orientações de evitar o apertar das mãos – afinal, não saberemos se e quando nosso colega lavou as dele.

Para isto e almejando identificar meios de evitarmos qualquer ambiente e atitude desconcertante, buscamos algumas opções com um espírito bem nacional e as juntamos com o conceito de lição-ponto-a-ponto de nossos ambientes operacionais.

1. Como alguns de nós já deve ter recebido por meio das redes sociais – esta nós recebemos via Twitter vindo de uma reunião da OPEC – o cumprimento com os pés nos parece uma boa ideia. É bem humorado e nos permite um quegra-gelo com um bom sorriso no rosto. Sem termos de nos explicar porque não apertar as mãos.

2. Cumprimentando com o olhar e um leve balançar de cabeça. Para nós brasileiros este já é um típico cumprimento com um grau de respeito, como se disséssemos: ‘Olá, te vi. Como está?’. O aspecto positivo deste cumprimento é que ele te permite manter baixo o risco de você ter de evitar um aperto de mão. O que é desconcertante ter de explicar. A rigor, você vai cumprimentar antes de a pessoa chegar perto o suficiente e ainda sim criará um bom ambiente com o cumprimentado.

3.  Também, temos uma sugestão que permite passar a mensagem de higiene e de polidez com apenas dois gestos. Você deverá cumprimentar com um acenar de mãos ao ar em direção à pessoa cumprimentada mas antes deve enviar um sinal de que está buscando manter a saúde sua e a dela. Verifique abaixo com fazê-lo.

4. Ou, mais simplesmente, você, com uma distância segura – o que lhe exigirá estar atento à pessoa chegando – acena efusivamente com um balançar das mãos. Simples e eficiente!

5. Outro modo é o cumprimento clássico de pessoas próximas: bate aqui! No caso, mesmo super-heróis o têm. Não o vemos como tão sadio assim, porque no final das contas a gente toca a pessoa – de leve, mas toca. Mas é melhor que um apertar de vírus, digo, mãos.

Afinal o que buscamos é um ambiente profissional saudável, mental e higienicamente, nestes tempos de cólera: quando que até mesmo as mãos invisíveis do mercado esqueceram de se limpar com álcool-gel.

Mantenhamos a motivação e o bom espírito, passaremos com certeza por mais esta.

 

 

 

Fluxo, diversidade e 2017

 

O mantra a se seguir e princípio elementar da filosofia enxuta é o fluxo.

A partir desta visão, nós profissionais empreendemos grandes esforços para aperfeiçoar os fluxos de informações e de materiais nas organizações.

No entanto, às vezes são menosprezados os motores principais de quaisquer mudanças em quaisquer ambientes, sejam eles fabris, de escritório, de centros de distribuição, etc; o ser humano, dono do conhecimento e da capacidade de executar, mudar ou mesmo prejudicar.

Uma vez, Peter Drucker assegurou que, “…muito do que chamamos de administração, consiste em dificultar o trabalho das pessoas.” Então, suspeitando que ele quisesse focar a ‘má gestão’, entendo que ele pedia para se observar as pessoas, suas necessidades para bem executar os trabalhos.

Portanto, neste início de novo ano fazemos votos para que, acima de tudo, tenhamos um 2017 de fluxo livre, fluído e que foquemos nas pessoas. Pois são elas o ativo principal de qualquer empreendimento, de qualquer mudança.

Nós da MONTÉLO desejamos que em 2017 possamos visualizar que:

Ser humano é entender
Que a diversidade leva à unidade,
Que a unidade leva à solidariedade,
Que a solidariedade leva à igualdade,
Que a igualdade leva à liberdade,
Que a liberdade leva à diversidade!

FELIZ e PRÓSPERO 2017!

Rotomoldagem: uma indústria

 

Conhece rotomoldagem? Pois sim, rotomoldagem é um processo de transformação de plásticos que se diferencia de outros processos notadamente pela virtual ausência de pressões em seu processamento.

Tipicamente associado a pequenas e médias escalas de produção (normalmente, entre 500 e 5.000 peças/ano), as tecnologias em torno destes processos têm evoluído a ponto de permitir, por exemplo, o mercado de caixas d’água rotomoldadas (centenas de milhares ao ano).

Em março, a equipe da MONTÉLO teve o privilégio de participar de um evento técnico voltado especificamente para o setor e perceber quão vívida e interessante esta indústria se encontra. Convidada pelo time da C6 Tecnologia (www.c6tecnologia.com.br), a MONTÉLO pôde apresentar e discutir temas caros aos desafios de gestão das operações nesta indústria junto com mais de 40 profissionais do setor.

No evento foram discutidos temas relacionados desde aspectos de mercado, estratégias de avaliação de mercado e lançamento, a técnicas de design de produto, a aspectos financeiros desta indústria.

O evento aconteceu na cidade de Campinas, sede da C6 Tecnologia, promotora do evento em conjunto com a ROTOLINE (www.rotoline.com.br).